Delfos - Jornalismo Parcial
   Novidades Delfos - Surpresa!

            Amanhã teremos uma matéria muito especial aqui no Delfos. Não perca!



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 4:01 PM
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   Quadrinhos – Batman: Asilo Arkham (Panini – 2003) – Originalmente publicada em Arkham Asylum (DC Comics – 1989)

Até que ponto pode chegar a loucura? O que leva uma pessoa a cometer homicídios em série ou mesmo se vestir como um palhaço para cometer crimes? Essas explicações pareciam sempre serem deixadas de lado nas Histórias em Quadrinhos até meados da década de 70. O que importava era colocar sempre um inimigo conhecido, como um Charada (pela DC) ou um Duende Verde (pela Marvel), por exemplo, cometendo as suas atrocidades como uma desculpa para uma luta com um dos grandes heróis.

Mas, alguns roteiristas pararam e começaram a se perguntar o que guiava a mente desses criminosos. Qual a loucura por trás disso e, afinal, o que era esta loucura? É justamente esta a idéia central desta edição especial do Cavaleiro das Trevas: a exploração da mente insana destes personagens na principal instituição penitenciária de Gotham City.

A estória é a seguinte: em um primeiro de abril, os internos do Asilo Arkham se rebelam e tomam os funcionários da instituição como refém. Liderados pelo Coringa, eles começam a fazer exigências absurdas para as autoridades. Entre essas exigências, a principal era que o próprio Batman fosse conviver com os internos do sanatório.  

Paralelamente a estes acontecimentos, somos apresentados à macabra estória de Amadeus Arkham desde a sua infância, enfrentando a loucura de sua mãe, sua formação em psiquiatria visando combater os fantasmas do passado, o assassinato de sua família por um louco e a fundação do Asilo em 1921.

O roteiro adulto de Grant Morrison faz um paralelo muito interessante entre as duas estórias, sem torná-las cansativas e explorando dois mundos (o dos loucos e o dos “normais” se é que o último existe) que deveriam ser tão diferentes, mas na verdade prova que aquela velha frase “de médico e louco, todo mundo tem um pouco” está mais do que correta. É interessante reparar também no próprio Asilo Arkham como um ciclo produtivo de insanidade: Ele foi criado, detém e produz malucos.

            Além disso, as citações a Alice no País das Maravilhas (estória de Lewis Carroll) complementam o clima pesado e introspectivo nos levando a refletir sobre a tênue linha que separa a insanidade e o mundo real.

Os desenhos de Dave McKean são bem “perturbadores” no bom sentido da palavra, e combinam perfeitamente com a idéia da trama central. Mesmo assim, determinados quadrinhos estão surreais demais e alguns personagens, no caso, os residentes de Arkham, aparecem bem estereotipados, talvez como uma forma de ressaltar a insanidade que os envolve. São traços bem diferentes dos encontrados na série normal do Batman e alguns leitores ocasionais, ou desavisados, podem acabar estranhando. Este gibi é considerado uma das obras primas do Batman, ao lado do Cavaleiro das Trevas original (que será resenhado em breve aqui no Delfos) e é leitura obrigatória para todos os fãs do morcegão.

Batman: Asilo Arkham foi lançado nos EUA em 1989. Aqui no Brasil, chegou pela primeira vez em 1990 pela Editora Abril no formato pequeno e foi relançado novamente no final do ano passado pela Panini Comics em formato americano com capa e papel especial no preço tabelado de R$ 12,90.



 Escrito por Bruno Sanchez às 12:46 AM
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   Música – Notícias – Massacration no Brazil Metal Union

            Essa é demais! A banda Massacration está confirmada para tocar no Brazil Metal Union, tradicional festival brazuca de Heavy Metal.

            Para quem não conhece, o Massacration é uma “banda” que surgiu no programa Hermes & Renato da MTV e que tem como objetivo zoar o Heavy Metal e os headbangers. Para isso, usam e abusam de clichês usados pela mídia como características do Metal e dá-lhe pentagramas invertidos, caras de mau e tudo mais que a Globo e afiliados conseguiram inserir nas cabeças vazias do povo.

            Curiosamente, a banda vem ganhando um certo respeito na cena Metal, puxados pelo carro-chefe Metal Massacre Attack que, verdade seja dita, é muito legal. Isso rendeu até mesmo uma participação especial em um show do Angra, onde o vocalista do Massacration, chamado Detonator, subiu ao palco para um dueto com Edu Falaschi na Painkiller, clássico do Judas Priest. Olha, eu estava lá e posso falar sem sombra de dúvida que Detonator simplesmente humilhou Edu Falaschi nessa música. Enquanto Edu se esforçava para cantar as linhas do mestre Rob Halford, Detonator as cantava sem transparecer nenhum esforço.

            Para o show do BMU, que acontece nos dias 30 e 31 de julho no Directv Music Hall, o Massacration promete tocar suas duas músicas, Metal Massacre Attack e Metal Bucetation, uma inédita chamada Metal Milk Shake e mais algumas surpresas, provavelmente covers. Vamos ver no que isso vai dar. Pelo menos o vocalista da banda é bom, o que já um grande diferencial.

 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 1:37 AM
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   Curiosidades – CDs – Pat Boone – In A Metal Mood: No More Mr. Nice Guy (Hip-O – 1997)

A capa tem o Pat Boone fazendo cara de mau. É óbvio.

            Estava eu em uma das muitas lojas da Galeria do Rock, de São Paulo, quando ouvi uma música familiar, embora algo nela estivesse diferente. Depois de pensar um pouco, cheguei à conclusão de que estava ouvindo o clássico Holy Diver, faixa-título do primeiro álbum solo daquele que criou o estilo Heavy Metal de cantar: Ronnie James Dio. Mas quem poderia estar tocando esta versão tão diferente? Perguntei ao vendedor, que me respondeu e me mostrou este CD, afirmando se tratar de um tributo de Pat Boone ao Heavy Metal. Minha curiosidade falou mais alto e acabei levando o álbum, afinal, é comum vermos bandas de Metal coverizando outros estilos e os transformando em Metal, mas o contrário é realmente raro.

            Apesar do nome engraçado do CD – para os que não sabem inglês, significa algo como “Em clima de Metal: Chega de ser um cara bonzinho” – e do que afirmou o vendedor, pouco de Heavy Metal se encontra neste disco. Seria mais correto dizer que o álbum consiste em um tributo ao Rock pesado. O que não significa que as músicas escolhidas pelo senhor Pat Boone são ruins. Se liga: You’ve Got Another Thing Comin’ (Judas Priest), Smoke On The Water (Deep Purple), It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N Roll) (AC/DC), Panama (Van Halen), No More Mr. Nice Guy (Alice Cooper), Love Hurts (Nazareth), Enter Sandman (Metallica), Holy Diver (Dio), Paradise City (Guns ‘N Roses), The Wind Cries Mary (Jimi Hendrix), Crazy Train (Ozzy Osbourne) e Stairway To Heaven (Led Zeppelin). Aliás, foi deste CD que saiu a versão de Crazy Train que virou trilha sonora do seriado The Osbournes. E eu sempre achei que ela tivesse sido gravada especialmente para a série da MTV. Santa ignorância, Batman.

            Nas versões aqui presentes, a guitarra dá lugar aos metais, em arranjos completamente diferentes, que lembram algo entre o Blues e o Jazz. Outra diferença marcante vai para os vocais. Como as versões originais têm vozes predominantemente agudas, a voz grave de Pat aumenta ainda mais a curiosidade gerada por esse CD.

            In A Metal Mood é um disco bem legal. Divertido como era típico dos discos da época áurea de Pat Boone. Claro que é um CD que deve ser ouvido de cabeça aberta, principalmente se for ouvido por um fã de Rock pesado, que costumam ser bem radicais. Em outras palavras, se você é um garoto de uns 14 anos que ainda acha que Metallica é o supra-sumo do Heavy Metal (acredite, você não vai mais achar isso daqui a alguns anos) é melhor deixar para ouvir esse álbum mais para a frente. Já quem tem a cabeça aberta, ou gosta de Blues e Jazz, pode ir fundo que você não vai se arrepender. A única bronca para o CD é a falta de uma versão do Scorpions, banda que se encaixaria muito bem no setlist, não acha?



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 1:37 AM
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   Game de PC – Far Cry (Ubisoft – 2004) Parte I

Depois de tanta expectativa, finalmente consegui colocar as mãos em um destes “jogos da próxima geração”. Depois de um ano vendo fotos e vídeos embasbacantes, pude experimentar a sensação de viajar ao futuro dos jogos de tiro com este Far Cry.

            Infelizmente, a viagem teve algumas turbulências logo na sua instalação. Além do espaço absurdo ocupado no HD, mais de 3 gigas. Todo o processo de instalação levou quase 30 min (e olha que tenho um Pentium 4 2.8), mas finalmente pude jogar o primeiro FPS (First-Person Shooter, ou jogos de tiro em primeira pessoa) da próxima geração, o jogo que seria revolucionário e surpreendente em sua complexidade. Como vocês podem perceber, eu coloquei bem claro um “seria” porque, na verdade, Far Cry não é nada disso.

A estória é totalmente chata e batida. Você é Jack Carver, um marombeiro (santa originalidade) dono de uma empresa de aluguel de barcos que é contratado para levar uma misteriosa mulher até uma ilha tropical. No caminho seu barco é atacado, a tal mulher é sequestrada e você está sozinho nessa ilha onde coisas estranhas acontecem. É tudo uma grande mistura de Half-Life, Soldier of Fortune e Doom com pitadas de Jurassic Park. Mas tudo se desenvolve de uma maneira tão lenta e os personagens são tão estereotipados e bobos que você nem presta atenção no que está acontecendo. Fica aquela impressão de uma grande desculpa para a matança desenfreada!

Na parte técnica, comecemos pelos falados gráficos. Sim, eles são bem feitos. Todos os personagens são extremamente detalhados e as movimentações são excelentes, mas eles não são muito variados. Ok, os tipos humanos até que têm uma coisinha ou outra diferentes (cor da pele, chapéu, detalhes nos uniformes) mas, no geral, são todos bem parecidos. Já os monstros são iguais o jogo todo. De fato, você passa o tempo enfrentando quatro tipos diferentes de inimigos:  Um humano padrão e três tipos de monstros mais para frente, sendo que um deles, o maior, é uma cópia descarada daquele alienígena grandão com uma arma no braço do Doom 2 (sem brincadeira, é uma cópia mesmo!). Os veículos sim, são bem feitos e interagem perfeitamente com o ambiente, inclusive quando você os destrói. Tudo graças ao sistema físico implementado.

Este sistema, que é o mesmo do Max Payne 2 (já resenhado aqui na Delfos em 3/2/2004), se destaca pela total interatividade com o ambiente. Tudo reage de uma maneira “física” próxima da realidade, inclusive os modelos dos personagens e inimigos. Por exemplo, se você empurrar um tonel ladeira abaixo, ele vai ganhando velocidade até se chocar contra algum objeto podendo quicar e dependendo do ângulo de inclinação,  parar lentamente. Ou se você atirá-lo em um lago ele irá boiar dependendo da força com que foi parar lá. Quem já jogou Max Payne 2 sabe exatamente do que estou falando e posso afirmar que este é o grande diferencial do jogo. Afinal trata-se do primeiro FPS a utilizá-lo (o Half-Life 2 irá usar um sistema ainda mais sofisticado quando for lançado).

Os cenários são enormes, muito bonitos, e prepare-se para se perder em meio a densa vegetação se você não conseguir entender o radar. Aliás a ilha é cheia de detalhes e lugares escondidos. Mesmo o fundo do mar (que tem um belíssimo efeito gráfico na água) possui suas características com algas e veículos destroçados.

Mas (sempre tem o mas...), você só terá tudo isso tiver um belo computador. No mínimo um Pentium 4 2.0 com 512 de Ram e uma placa de vídeo GeForce 3 para cima, senão dá-lhe retirar os detalhes para conseguir uma velocidade satisfatória.

A jogabilidade é aquela clássica e tradicional dos FPS modernos com o famoso sistema WASD para controlar o personagem e o mouse controlando a mira. As armas não são muito originais também. Basicamente você terá uma faca, uma pistola, uma espingarda calibre 12, uma sniper, alguns tipos de submetralhadora (com zoom ou não), um fuzil e uma metralhadora “ignorante”. Nada de novo. São os mesmos tipos de armas que você já encontrou em Counter-Strike, Unreal, Max Payne e por aí vai.



 Escrito por Bruno Sanchez às 12:36 PM
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   Game de PC – Far Cry (Ubisoft – 2004) Parte II

As músicas do jogo passam praticamente batidas. Aliás, já fazem alguns anos que não vejo músicas interessantes em jogos de computador a não ser alguns tradicionais remakes em jogos da série Star Wars. Será que as produtoras não estão desembolsando a verba suficiente para essa parte tão importante dos jogos? Uma música bem colocada é capaz de inserir o jogador no clima da estória, mas o que se percebe em Far Cry é aquela tradicional trilha sonora que, no momento em que você desliga o computador, se esquece do que estava ouvindo. Uma pena, sem dúvida.

Os sons são um pouco mais interessantes. As armas possuem seus barulhos característicos muito bem digitalizados e os soldados inimigos se comunicam por rádio com vários scripts diferentes. De resto são os grunhidos de monstros mutantes e barulhos de helicópteros e jipes que você já deve estar cansado de ouvir.

O grande problema de Far Cry, tirando a sua estória manjada e os gráficos exigentes, é o seu alto grau de dificuldade. Se você for um jogador impaciente, simplesmente passe longe, pois este é um dos jogos mais apelões lançados recentemente, daqueles de você puxar os cabelos se perguntando por quê diabos os programadores colocaram tantos inimigos em determinadas partes. Para piorar ainda mais, contrariando as tendências modernas, ele não permite quicksaves. Você só salva em determinados pontos chaves da fase e não adianta reclamar, se morrer tem de voltar tudo mesmo. Ou seja, é sempre bom tomar uma colher de maracujina (merchandising grátis) antes de encarar as longas missões.

Medindo na balança da Competência X Mediocridade, concluo que o jogo está bem equilibrado. É uma pena, pois Far Cry tinha tudo para ser excelente mas os programadores acabaram abusando dos clichês na estória insossa e na dificuldade exagerada. Jogue Far Cry (mas tome maracujina antes) apreciando seus belos gráficos e torcendo para que os próximos jogos desta geração tão promissora sejam, ao menos, mais criativos.



 Escrito por Bruno Sanchez às 12:35 PM
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   Cinema – Notícias – Agora é oficial! Assista o novo trailer do Homem-Aranha 2

            Quem acompanha o Delfos já assistiu aquele que era para ser o novo trailer do aracnídeo (publicado aqui em 30/3/2004). A boa notícia: aquele trailer, que não era grande coisa, não era o trailer oficial. O oficial acabou de ser disponibilizado na net e, alguns minutos depois de assistí-lo, eu ainda estou tentando fechar a boca.

            Depois do teaser e do “trailer falso” que nada mais eram do que videoclipes, agora temos um trailer de verdade e podemos ter uma boa noção da estória do filme. E mais, um dos personagens que dá as caras no filme é um certo professor que não tem um braço. Quem acompanha os quadrinhos saca na hora: é o Curt Connors que, ao tentar regenerar seu braço se torna o vilão Lagarto, um dos inimigos mais legais do Aranha, justamente porque seu alter ego é um amigo e por isso Peter Parker não pode machucá-lo.

            Grande destaque também para Alfred Molina no papel de Dr. Octopus. Quando vi o teaser e as primeiras fotos, achei que ele era jovem demais para o vilão (afinal, no gibi, ele tem um caso com a tia May). Continuo achando ele muito jovem, mas como mudanças sempre são feitas e ele provavelmente não vai ficar com May, seu personagem é, ao lado de Curt Connors, os grandes destaques do trailer.

            Outras cenas que levarão os leitores ao delírio também estão incluídas, como a imortalizada pelo desenhista John Romita onde Peter joga seu uniforme no lixo e se afasta cabisbaixo. Demais!

            Agora chega de falar. Assista por você mesmo e depois o difícil vai ser agüentar até julho quando o filme deve estrear por aqui.

           Clique abaixo para assistir.

http://www.apple.com/trailers/sony_pictures/spider-man_2/trailer/

            Eu recomendo a versão tela cheia, pois mesmo sendo mais de 40 mega, vale realmente a pena. Mesmo se você não for fã, baixe ao menos a versão pequena. Você não vai se arrepender.



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 2:52 PM
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   Cinema – Notícias – Indiana Jones está solteiro

O Delfos não é de fazer fofoca, mas esta notícia é interessante e você já vai entender o porquê:

O ator Harrison Ford e a atriz Calista Flockhart (aquela atriz que vivia a advogada Ally McBeal) estão se divorciando (Nota do Carlos: e eu nem sabia que eles eram casados...) pois a atriz acredita que Harrison não está dando valor para a dor que ela está sentindo pela perda de Webster, o cachorrinho de estimação dos dois. Até aí tudo bem, vai ver que Mr. Ford não era muito apegado ao animal (me refiro ao cachorro). O grande porém na história toda, é que a mãe de Harrison morreu há duas semanas. Mas é claro, o que significa a pessoa que deu a vida perto de um fofo cachorrinho, não é mesmo?

Até agora a notícia só interessava para aquelas páginas de fuxicos, mas o que nos interessa é que agora que o ator está alguns milhões de dólares mais pobre e, provavelmente, deprimido, é mais fácil que ele aceite o papel do nosso eterno arqueólogo Indiana Jones para o quarto filme da série. Isso, claro, se o senhor George Lucas resolver aprovar um roteiro (ele já recusou vários, inclusive um que já tinha sido aprovado por Steven Spielberg). Vamos cruzar os dedos para a maré de azar do ator passar e ele dar a volta por cima interpretando novamente o papel que o consagrou.



 Escrito por Bruno Sanchez às 1:31 PM
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   Música – Notícias – Guitarrista do Stratovarius internado por depressão

Finalmente aconteceu! O webmaster da página oficial do Stratovarius, Fred Derf, divulgou neste domingo (11/04) uma nota lamentando a internação do guitarrista e fundador da banda, Timo Tolkki, em um hospital particular em Helsinki (na Finlândia) para tratar de uma depressão crônica e tendências suicidas.

Se você deseja mandar uma mensagem de apoio ao Timo, basta mandar um e-mail para timorecovery@stratovarius.com ou através de um link instalado na própria página oficial do Stratovarius (www.stratovarius.com). Segundo pessoas próximas à banda, o problema do guitarrista é grave e o Stratovarius não deve voltar à ativa.

O Delfos lamenta a situação do guitarrista, criador de algumas das letras mais cativantes do Heavy Metal, que sempre tinham como tema principal a paz e igualdade entre os seres humanos. Infelizmente, tendo em vista a novela que a banda se tornou nos últimos meses (apenas para dar um exemplo, o tecladista Jens Johansson chegou a urinar na perna de Tolkki durante um show na Espanha), não é de se estranhar que isto esteja acontecendo. É a famosa tragédia grega anunciada.

Vamos torcer para que o guitarrista consiga se reerguer, remontar o Strato, e encontrar a motivação (e a sanidade) necessária para seguir em frente.

Estamos planejando (não confirmado) uma matéria comentando todos os acontecimentos na conturbada carreira do Stratovarius desde a saída do vocalista Timo Kotipelto e do baterista Jörg Michael. Fique ligado para não perder.



 Escrito por Bruno Sanchez às 1:30 AM
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   Shows – Brasil Rock Stars (Blen Blen – 8 de Abril de 2004) Parte I

Todos conhecem o Andreas Kisser – guitarrista do Sepultura e um dos ícones do Thrash Metal nacional. Mas um músico de verdade não se limita a curtir apenas um estilo certo?

 Baseado nesta afirmação, Andreas montou o projeto Brasil Rock Stars. Onde ele se apresenta, ao lado de uma banda de veteranos mais do que competentes, tocando clássicos do Rock dos anos 60 e do comecinho do Heavy nos anos 70.

As apresentações começaram em 2001 e já reúniram convidados do calibre de Samuel Rosa (Skank), Nando Reis (Ex-Titãs), Edgard Scandurra (Ira), Herbert Vianna (Paralamas do Sucesso), Théo Werneck, Lan Lan, o Junior (aquele da Sandy) e George Israel (Kid Abelha).

            O que começou mais como uma brincadeira, está tomando ares mais sérios, e a banda já se apresentou até mesmo no Via Funchal (uma grande casa de shows de São Paulo) e no Rio de Janeiro. Este show no Blen-Blen é o último da temporada.

            A abertura do evento ficou à cargo da banda cover oficial do Metallica no Brasil, Damage INC., que se destaca pelo profissionalismo absurdo de seus integrantes. O vocalista/guitarrista Alexandre Grunheidt tem a voz parecidíssima com a do James Hetfield e imita até mesmo os cacoetes deste. Sem brincadeira, se você fechar os olhos pensa que é mesmo o Metallica tocando.

            Na bateria, temos ninguém menos que Fabrício “multibraços” Ravelli, o atual baterista do Harppia. Um cara experiente, dono de um “punch” impressionante e que consegue unir perfeitamente a técnica com a agressividade. Complementando a banda temos, Denis Grunheidt no baixo e Eduardo Boccomino na guitarra.

            O som da casa estava muito bom, mas o setlist, infelizmente, teve de ser reduzido pois o show começou atrasado. Eles tocaram uma amostra bem variada abrangendo quase toda a carreira do Metallica. Começaram com Blackened, tocaram Master of Puppets (a versão curta), Wherever I May Roam, Harvester of Sorrow, The Four Horsemen, um trecho (em um medley) da Seek and Destroy, No Leaf Clover (uma versão fantástica mesmo sem a orquestra) e Enter Sandman em um outro medley bem legal com Bleeding Me. Se você gosta de Metallica não pode perder o que o Damage INC. faz ao vivo. Uma das melhores bandas covers que eu já vi tocar.

            Após uma meia horinha para a troca de equipamentos, sobem no palco os “titulares” do Brasil Rock Stars: Andreas Kisser (guitarra), Paulo Zinner (bateria), Sílvio Alemão (baixo), Daniel Latorre (teclados), Vazco Fae (vocais) e Robson Rocco (vocais) e começam a tocar clássicos atrás de clássicos do Rock.

            O som e a iluminação do Blen Blen estavam excelentes. Aliás, este é um bar muito legal, espaçoso, confortável e com uma ótima acústica. A banda soube se aproveitar disto tocando clássicos do Deep Purple (tocaram até Burn), Led Zeppelin, Cream, The Kinks, Lenny Kravitz (esse não é tão clássico mas tudo bem), Queen, Jimi Hendrix e, obviamente,  Black Sabbath, incluindo o convidado especial Fabrício Ravelli na Paranoid, que detonou mais uma vez na bateria.



 Escrito por Bruno Sanchez às 2:32 AM
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   Shows – Brasil Rock Stars (Blen Blen – 8 de Abril de 2004) Parte II

             Falando em convidados, não sei exatamente o que aconteceu mas no “release” estava constando que teríamos a participação especial de André Matos (Shaman) e da Pitty neste show, mas eles acabaram não aparecendo. De qualquer forma não fizeram falta pois os vocalistas Vazco e Robson cantam demais.

            Aliás, se não tivemos convidados especiais no palco, tivemos mais do que especiais fora dele. Quem estava presente, assistindo a apresentação do Rock Stars, eram os alemães do Destruction (que fariam um show em São Paulo um dia depois), Alex Camargo ( do Krisiun) e o Tomatti (da banda do Jô Soares).

            Falando na platéia presente, todos estavam muito animados e cantavam em uníssono os clássicos apresentados. A faixa etária do pessoal era bem diversificada, tínhamos desde a molecada headbanger até um pessoal mais velho na faixa de seus 50 anos, mostrando que o rock quebra todas as barreiras e é acessível à todos.

            O fato do show ter sido realizado em um bar, também aumenta a proximidade entre o músico e seus fãs e este é outro ponto que merece ser destacado, pois Andreas foi super simpático e atencioso com todos os presentes, distribuindo autógrafos e tirando fotos sem nunca perder a paciência. Nesta hora eu fico pensando naqueles músicos esnobes de certas bandas, que recusam esse contato e, conseqüentemente acabam afundados na carreira, (alguém lembrou do Guns ´n´ Roses?).

            Parabéns ao Andreas Kisser e a toda a banda por este projeto vitorioso, obrigatório para qualquer fã de rock, e que deixou a minha noite de quinta-feira muito mais feliz.



 Escrito por Bruno Sanchez às 2:31 AM
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   Quadrinhos – A Origem Ultimate do Venom (Publicada no Brasil em Marvel Millenium 23 a 27 – Novembro de 2003 a Março de 2004)

            Para esse assunto ficar mais compreensível para aqueles que não acompanham o Aranha, algumas explicações devem ser feitas.

1 - Quem é Venom?   Venom é a união do jornalista Eddie Brock com um simbionte alienígena, formando uma criatura que reproduz todos as habilidades do aracnídeo de forma ainda mais poderosa. Venom é um dos vilões mais interessantes devido à sua personalidade conflitante e à sua força absurda, sendo sempre extremamente difícil de ser derrotado. O simbionte surgiu na série Guerras Secretas (resenhada aqui no Delfos em 27/2/2004) e era a roupa usada pelo Homem-Aranha durante a era do uniforme negro.

2 – O que é Ultimate? É um caça-níquel criado pela Marvel onde as origens de seus heróis são recontadas como se estivessem acontecendo nas épocas atuais. Apesar de ser, obviamente, uma jogada da editora para esvaziar os bolsos dos leitores, a série Ultimate do Aranha está, na minha opinião, muito mais interessante do que a cronologia normal.

            Tudo explicado, vamos à resenha sobre a versão Ultimate deste vilão.

            Eddie Brock era um amigo de infância de Peter Parker. Seu pai era parceiro do progenitor de Peter em suas experiências científicas. Ambos morreram misteriosamente em um desastre de avião enquanto investigavam uma cura para o câncer. Essas pesquisas levaram os dois a construir uma roupa especial que reconstruiria as células perdidas pelos doentes.

            Obviamente, esta roupa faz as vezes do simbionte alienígena da cronologia normal. A graça da estória é ver como ela vai acabar possuindo Eddie Brock e como este vai se tornar inimigo daquele que era seu amigo de infância.

            Uma ótima decisão do roteirista Brian Michael Bendis foi trazer para a cronologia Ultimate um dos heróis mais legais do universo Marvel normal de forma muito simplificada e, ao mesmo tempo, mais realista. Saem as forçadas Guerras Secretas e entra uma explicação científica envolvendo uma das doenças mais assustadoras e impiedosas da atualidade.

            Outra vantagem é que essa explicação mais simples pode abrir a possibilidade de Venom aparecer na série de filmes do Aranha, pois seriam necessários ao menos três filmes para contar a origem original (parece pleonasmo, mas se referindo ao universo Marvel faz sentido ) do vilão em toda sua glória – um para Guerras Secretas, outro para a saga do uniforme negro e outro para Venom propriamente dito. Com a nova origem, temos a possibilidade de ter toda a estória do vilão contado em um único filme com qualidade e de forma convincente.

            Resta agora torcer para que os roteiristas dos próximos filmes percebam essa possibilidade e lembrem também de outro inimigos legais do amigão da vizinhança, como Electro e, principalmente, o Lagarto, que ficariam muito legais em suas transições para a tela grande.

 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 11:24 AM
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   Game de Playstation 2 – Champions of Norrath (Sony – 2004)

             Este ano parece que vai ser interessante para os jogadores de videogame e computador. Teremos excelentes lançamentos ainda no primeiro semestre e jogos que vêm criando uma grande expectativa (como com o Half Life 2), tanto por parte da mídia quanto dos jogadores. Este Champions of Norrath veio dessa “onda” de expectativa e ansiedade pois é, afinal, um jogo da própria Sony, que mais do que todas as outras fabricantes, conhece o potencial de seu videogame. Além disso, o jogo se passaria no mundo de Everquest, um dos RPGs online – também da Sony - mais famosos e lotados do mundo. Mas será que a espera valeu a pena?

            Primeiramente, os gráficos são poligonais, mas com excelentes texturas, uma boa variedade de inimigos e belos cenários que exploram bem os recursos do Playstation 2. O efeito da água se mexendo em tempo real conforme você caminha sobre ela, em especial, é muito bonito.           O personagem principal apresenta uma boa quantidade de movimentos. Os combos, dependendo da arma que você está usando, são visualmente bem legais.

            Falando nisso, como não poderia deixar de ser, o jogo tem inúmeras opções de combinações de armaduras (para o corpo, para as pernas, para a cabeça e para as mãos) e vários estilos de armas que vão desde um arco e flecha para ataques à distância, até aquele machado insano que fatia o inimigo sem dó.

            A jogabilidade é exatamente igual a um clássico dos PCs, a série Diablo. Ou seja, um RPG com muita ação, onde você vai explorando os inúmeros calabouços e cenários que o jogo oferece, colhendo as armas e armaduras dos derrotados e, quando estiver lotado de itens, volta para a cidade, vende tudo, faz uma grana e aproveita para comprar as poções de energia, de mana ou um equipamento mais forte. Assim como o Diablo II, aqui você também pode acrescentar cristais ou outras pedras preciosas em seu armamento para  ganhar poderes especiais (bônus de eletricidade quando você ataca um inimigo, por exemplo) e assim ir se fortalecendo até a luta com algum chefe.

            A parte sonora é açucarada demais para um jogo deste gênero. As músicas lembram mais filmes dramáticos, daqueles que você tem vontade de chorar, do que um jogo onde você deve salvar o mundo. Elas simplesmente não se encaixam com a ação.

            Os sons, por outro lado, são competentes e fornecem barulhos variados, dependendo da arma que você está utilizando, e o tipo de inimigo que você enfrenta. São sons bem característicos para quem já jogou algo desse gênero, portanto nada de especial.

            Até aqui, a impressão que se tem é que Champions of Norrath é ótimo e divertido. Mas a verdade engana, pois agora chegamos no ponto crucial: o que é um RPG sem estória? De que adianta gráficos de última geração e músicas orquestradas se você não tem nada de útil para contar?

            É exatamente este o grande problema que simplesmente destrói toda a parte técnica do jogo: Champions of Norrath não tem estória. Quer dizer, até tem, mas é tão bobinha, que você fica sempre esperando alguma coisa acontecer para se sentir motivado a jogar. Basicamente, você é um candidato a herói que deve salvar o mundo de Everquest dos inimigos de Norrath, os Orcs e Goblins.

            Como você pôde perceber, a estória é totalmente clichê e sem inspiração, mas o pior é como ela se desenvolve. Nada mais vai ocorrer o jogo todo, nem uma reviravolta, absolutamente nada. E o pior são as missões totalmente chatas e entediantes que você vai ter de cumprir.

            Um exemplo: Tem coisa mais broxante enquanto você salva o mundo, do que parar tudo para buscar cinco gatinhos perdidos de uma anãzinha mal educada? E o pior é que esse tipo de missão “super interessante”, está presente em todo o jogo e não como missões alternativas (que aliás, neste jogo são poucas – mais um ponto negativo), mas como parte da estória principal. Se você não encontrar os malditos gatos, a anã não deixa você descer em uma caverna para enfrentar um dos chefões do jogo.

            Como se isso já não fosse o bastante, o pior é o vai e vem que você deve fazer para achar algum item precioso. O limite de “peso” que seu personagem carrega é muito pequeno. Você até pode aumentá-lo quando passa de nível, mas, certamente existem coisas mais importantes para se preocupar do que isso.

            Honestamente? Se você gosta de RPGS, passe longe deste Champions of Norrath. O Playstation 2 possui opções muito mais interessantes como Baldur´s Gate ou a série Final Fantasy para você se rebaixar a este aqui.



 Escrito por Bruno Sanchez às 1:13 PM
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   Cinema – Por Um Triz (Out Of Time – EUA – 2003)

Por que diabos ele está no telefone?

            “Ele precisa descobrir o culpado. Mas é o principal suspeito.” Estas palavras, ou outras muito parecidas, ilustram o cartaz do filme. Um título muito legal, que realmente dá vontade de assistir ao filme.

            Eu, contudo, não simpatizo nem com filmes policiais, nem com Denzel Washington, portanto não teria porque assistí-lo. Em uma daquelas ironias da vida, ganhei ingressos para assistir qualquer filme, mas a curta validade do convite não permitia que eu esperasse por novas estréias. E lá vou eu assistir a um filme que eu nunca imaginei que assistia.

            O filme conta a estória de Matthias Whitlock (Denzel Washington), um policial envolvido em um quadrado amoroso. Explico: em vias de divórcio, Matt anda saindo com a esposa de um colega, que também estão em vias de separação. Um dia, o casal aparece morto e, para piorar, Whitlock é visto na cena do crime.

            Ao contrário do que o cartaz anuncia, o personagem de Denzel, não é, em nenhum momento, suspeito de ter cometido o crime. Acontece que existem muitas provas que o incriminariam e o filme consiste na tentativa de Whitlock de impedir que a polícia as conheça antes que ele mesmo tenha resolvido o caso.

            A partir daí, acontecem muitas situações sufocantes, envolvendo Matt tentando ficar sempre um passo à frente de seus colegas enquanto estes chegam cada vez mais perto.

            Pontos negativos: o péssimo trabalho da legendagem, que come palavras e traduz outras de forma errônea e o desfecho incrivelmente previsível.

            Apesar de seus problemas, o filme é bem-sucedido em fazer o expectador se envolver com o personagem e sua causa, tornando-o digno de ser assistido. Principalmente por aqueles que gostam de filmes do gênero.



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 11:54 AM
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   Game de Playstation 2 – World Soccer Winning Eleven 7 International (Konami – 2004)

Uma pergunta sempre atormentou os jogadores de videogame: Qual a melhor série de futebol: Fifa da Electronic Arts ou Winning Eleven da Konami? Para responder a esta pergunta, farei um pequeno retrospecto.

A série Winning Eleven nasceu no Super Nintendo (e não no Playstation como muitos comentam) em 1994, mas na época tinha outro nome, Perfect Eleven, e era produzido por um outro estúdio da Konami do Japão. Obviamente, gráficos e sons estavam anos-luz atrás do que vemos hoje em dia (lembre-se que a mídia do Super Nintendo era o cartucho), mas o principal chamariz da série já podia ser encontrado: uma alta dose de realismo que proporcionava jogadas espontâneas e gols sem um “esquema pré-determinado” do concorrente.

Já no ano seguinte, a Konami lançou sua continuação, Fighting Eleven, que conseguia ser ainda mais realista e cativante, mesmo com todas as limitações do console de 16 Bits da Nintendo.

No mesmo ano de 1995 a série migra para o Playstation onde recebe o nome de Winning Eleven. Mas o primeiro WE para o videogame da Sony era bem fraquinho, especialmente porque os gráficos, agora poligonais (Nota do Carlos: Malditos gráficos poligonais!), ainda estavam em estágios primitivos de desenvolvimento. Somente a partir da terceira versão, de 1997, é que o jogo conseguiu ganhar destaque entre os jogadores que buscavam uma alternativa à mesmice do Fifa.

Agora, na sua sétima edição para Playstation 2, posso afirmar seguramente que o jogo da Konami está anos luz à frente de qualquer exemplar do Fifa: Os gráficos são muito melhores, com movimentos mais suaves e naturais além de um bela modelagem dos jogadores. Os estádios também estão mais detalhados, e você consegue perceber a torcida fazendo uma “hola” durante a partida e comemorando os gols. São pequenos detalhes, mas mostram o cuidado com o qual o jogo foi desenvolvido. 

O som está soberbo e inclui a torcida incentivando o time da casa com cantos tradicionais (dependendo do país) e vaiando a equipe adversária, isso sem contar a narração do hilário Jon Kabira em japonês (mas você também pode escolher a narração em alemão, italiano, inglês ou francês). As músicas da versão original japonesa eram todas orquestradas e muito legais, mas nesta versão “International”, a Konami, até mesmo para agradar o mercado norte-americano, adotou uma estratégia muito conhecida dos jogadores do Fifa e chamou alguns medalhões do Pop/Rock para a trilha sonora. Algumas pessoas gostam desta mistura, eu, particularmente prefiro as músicas instrumentais originais.

Mas é na jogabilidade que encontramos o seu grande trunfo. Esqueça aquelas jogadas automáticas, os chutes de lugares marcados, aqueles esquemas na cobrança de escanteio. Tudo em Winning Eleven é espontâneo e realista. Quando o quarto exemplar da série foi lançado ainda para o Playstation original há alguns anos, a empresa japonesa finalmente encontrou o equilíbrio ideal na jogabilidade e, de lá para cá, a única coisa que fez, foi lapidá-la versão após versão melhorando um detalhe aqui e ali. Nesta sétima edição, a jogabilidade está muito parecida com as versões anteriores, com pequenas alterações na utilização do botão R2 e do analógico direito. O jogo está mais difícil também: o computador sabe armar muito bem os seus times e espere resultados apertados, nada daquelas goleadas utópicas. A inclusão da “lei da vantagem” também é uma novidade interessante, mas que deve ser melhorada nas próximas versões.

Alguns “bugs” surgiram na transposição do jogo japonês para esta versão mundial, como, por exemplo, os cruzamentos que, às vezes, saem muito baixos e dificultam os escanteios também. Mas esses problemas não ocorrem sempre e não tiram o brilho da jogabilidade.

Para enterrar de vez o Fifa, a Konami colocou, há algumas versões, a opção “Master League Mode” onde você começa dirigindo um time fraquinho (com jogadores imaginários) em divisões baixas de uma liga de futebol e deve ir se desenvolvendo, comprando e vendendo jogadores e assim conseguindo subir de divisão e ganhando respeito. A série Fifa basicamente vinha se sustentando ao longo dos anos com um modo “carreira” semelhante, mas agora não tem mais desculpa para optar pelo (fraco) jogo da Electronic Arts, Winning Eleven é a verdadeira arte do futebol eletrônico.



 Escrito por Bruno Sanchez às 12:23 PM
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   Exposição – Thales Pereira e Sang Won Sung (Galeria Thomas Cohn – De 13 de março a 3 de abril) - Parte I

            Depois de ter ficado impressionado com toda a maldade mostrada no filme A Paixão de Cristo, nada melhor do que visitar uma exposição repleta de obras  lúdicas que são, em sua maioria, super bonitinhas.

            Ao entrar na Galeria Thomas Cohn, a primeira coisa que vemos é a exposição do carioca Thales Pereira, que consiste em pinturas que colocam bonequinhos com os quais convivemos em nossa infância nos mais inusitados cenários. Desde uma explosão atômica que forma a cara do Mickey (que, aliás, tem uma presença muito forte na exposição dos dois artistas), até soldadinhos de plástico atirando em macacos.

Bonequinhos safados. Foto: Carlos Eduardo Corrales

            O principal problema de suas pinturas é que duas técnicas muito distintas são utilizadas. Os bonequinhos são extremamente reais, enquanto os cenários são, claramente, pinturas. Isso causa uma impressão de que o cenário foi pintado e, posteriormente, escaneado para que os bonequinhos fossem “photoshopados” na figura. Talvez as obras fossem ainda mais legais se os cenários fossem pintados com o mesmo realismo dos bonequinhos, o que daria um ar de Alex Ross (que é, na minha opinião, um dos melhores pintores de todos os tempos) para os desenhos. Continua abaixo...



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 11:23 AM
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   Exposição – Thales Pereira e Sang Won Sung (Galeria Thomas Cohn – De 13 de março a 3 de abril) - Parte II

            Na parte de cima da galeria, no entanto, é onde se encontra a cereja do bolo e o motivo para eu me interessar por essa exposição. Bonequinhos feitos com saboneteiras e pedaços de outros brinquedos feitos pelo coreano Sang Won Sung. São bonecos que qualquer um seria capaz de fazer depois de ver a exposição, mas o que impressiona é a criatividade do artista em imaginar que uma saboneteira poderia virar um bonequinho tão bonitinho.

O Hipopótamo. Foto: Carlos Eduardo Corrales

            A exposição está lotada de personagens criados por Sang e de bichinhos – dentre os quais o mais bonitinho é o hipopótamo que você vê acima.

Jesus Cristo. Foto: Carlos Eduardo Corrales

            O mais interessante, contudo, é a presença de muitos personagens bem conhecidos entre crianças e adultos. Estão presentes: vários Mickeys (confirmando sua onipresença na exposição), Super-Homem, Homem-Aranha, Jesus Cristo e até os membros do Kiss, com um detalhe: a maquiagem de Peter Criss (o gato) está errada, faltando os bigodes e vários outros detalhes.

Kiss. O que aconteceu com o gato?  Foto: Carlos Eduardo Corrales

            Infelizmente, só tive oportunidade de ir à exposição no último dia, o que significa que já foi encerrada. Se você perdeu, ao menos divirta-se com as fotos que ilustram essa matéria.



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 11:22 AM
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   Novidades Delfos – Textos Antigos - Parte I

            Muita gente nova tem visitado o Delfos ultimamente. Para essas pessoas, damos as boas-vindas e recomendamos os seguintes textos que foram publicados há algum tempo, caso se interessem em ler um pouco mais de nossas matérias. Para encontrá-las, clique em “Ver posts antigos” no Histórico ao lado e depois clique na data mais próxima referente à data de publicação da matéria informada abaixo.

 

Filmes

- A Paixão de Cristo – 31/3/2004

- Escola de Rock – 26/3/2004

- História Sem Fim – 26/2/2004

- Adeus, Lênin! – 25/2/2004

- Matrix Revolutions – 23/1/2004

 

Games

- Clive Barker’s Undying – 25/3/2004

- X-Men: Reign Of The Apocalypse – 29/3/2004

- Star Wars – Jedi Knight: Jedi Academy20/2/2004

- Max Payne 2 – The Fall Of Max Payne – 3/2/2004

- XIII – 20/1/2004

 

Continua abaixo...



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 4:36 PM
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   Novidades Delfos – Textos Antigos - Parte II

Quadrinhos

- Dragon Ball – 12/3/2004

- Homem-Aranha – O Casamento – 10/3/2004

- Marvels – 18/2/2004

 

Música

- Notícias - Milton Nascimento no novo álbum do Angra – 15/3/2004

- Shows – U. D. O. – 6/3/2004

- Notícias – Mudança de formação no Kiss: Peter Criss fora, Eric Singer dentro – 5/3/2004

- Clássicos - CDs – Judas Priest – Sad Wings Of Destiny – 21/2/2004

- DVD e CD – Kiss & Melbourne Symphony Orchestra – Symphony – 6/2/2004

- Clássicos - CD - Blues Brothers - The Definitive Collection – 27/1/2004

- DVD e CD - Shaman – Ritualive – 22/1/2004

- CD - Gamma Ray - Skeletons In The Closet – 20/1/2004

- Show - Iron Maiden & Shaman – 19/1/2004

 

Exposição

- SP3D – A Cidade em 3 Dimensões – 2/2/2004

 

            Mas não é só de passado que vive o Delfos. Essa semana promete, com textos sobre o filme Por Um Triz e sobre o jogo Winning Eleven, entre outras coisas. Divirtam-se!



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 4:34 PM
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   Novidades Delfos – Divisão de Matérias

            Percebi que muita gente tem confundido a autoria das matérias, então, para evitar confusões e até para tornar o Delfos mais organizado, as atualizações serão feitas de acordo com a seguinte divisão: segundas, quartas e sextas serão textos primordialmente de minha autoria (Carlos Eduardo Corrales, muito prazer ) e terças e quintas serão os textos de autoria do Bruno Sanchez, o que não significa que, de vez em quando, um texto meu não possa aparecer em uma terça ou um dele em uma sexta. Talvez um de nossos outros colaboradores decida escrever alguma coisa também, aí veremos em que dia colocaremos seus textos.



 Escrito por Carlos Eduardo Corrales às 4:34 PM
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   Cinema – Alguém Tem Que Ceder ( Something´s Gotta Give – EUA – 2003)

Sabe aqueles filmes que você não espera nada, mas acaba saindo do cinema com uma boa impressão? Esse é o caso da comédia Alguém Tem Que Ceder.

A estória é a seguinte: O empresário bem-sucedido e dono de uma gravadora de Hip Hop, Harry Sanborn (Jack Nicholson, brilhante como sempre), é um solteirão requintado de 63 anos famoso pelos seus relacionamentos amorosos curtos e sempre com mulheres muito mais jovens, as tradicionais ninfetas.

Durante o seu último relacionamento com uma garota chamada Marin (Amanda Peet), Harry acaba sofrendo um enfarte bem na hora “H” e fica de molho na casa de praia da mãe de sua namorada, a bem-sucedida escritora Erica Barry (Diane Keaton). O problema é que Erica já é uma senhora de 50 anos divorciada e amorosamente frustrada. Bom, o que acontece daí para frente, você já deve ter imaginado. E é exatamente este o tempero do filme: mostrar como se “recomeça” uma relação amorosa após os 50 anos e os conflitos que podem surgir de dois temperamentos tão diferentes. Para complicar ainda mais a situação do casal, um jovem médico, Julian Mercer (Keanu Reeves), também acaba se apaixonando pela “coroa” Erica e coloca em cheque o sentimento da escritora. Ela deve ficar com a experiência e maturidade de Harry ou a juventude e as “aventuras” de Julian?

Grande parte das situações cômicas surgem mesmo ao mostrar esse relacionamento entre duas personagens mais velhas e experientes, mas que carregam aquela euforia típica dos adolescentes quando se trata de um novo amor.

O filme também usa e abusa de um humor suave, divertido e sem apelações. A cena de sexo entre os dois personagens, por exemplo, é muito legal e não cai em nenhum momento para a baixaria (como outros filmes acabam fazendo para chamar a atenção).

O desenvolvimento da trama é bem cadenciado, apesar do filme ser longo demais. O final, em especial, é muito demorado e o destino de certos personagens, outrora importantes  acaba beirando o ridículo.

Mas nada disso importa, pois o filme acaba funcionando mesmo é na química presente no relacionamento entre Keaton e Nicholson. Você não para de torcer um minuto pelo destino dos dois juntos e realmente tem a impressão que eles devem ter alguma coisa na vida real dada a intimidade e o carinho que eles acabam demonstrando na tela grande.

Uma boa comédia, com excelentes atores, que você provavelmente vai até se esquecer daqui a alguns meses, mas ideal para assistir com aquela pessoa especial.



 Escrito por Bruno Sanchez às 10:30 AM
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Este é um site sobre tudo relacionado à arte, à cultura e à diversão em geral. Daí surgiu o nome Delfos, ilha onde nasceu Apolo, deus grego das artes, entre outras coisas. Isto NÃO é um Blog. Utilizamos este layout temporariamente devido à sua simplicidade. Nas próximas semanas estrearemos em formato portal, com um layout mais trabalhado, sistema de navegação adequado, promoções e, finalmente, a tão esperada (e reveladora) entrevista exclusiva com o Sepultura. Fique ligado! Enquanto isso, você pode se divertir com as nossas mais de duzentas resenhas já publicadas. Afinal, é para isso que serve o histórico aí embaixo. Para trocar idéias com os delfianos, fazer críticas ou sugestões, entre em contato com a gente pelo ICQ 9558279 ou pela nossa comunidade do Orkut em http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=254322. Se quiser falar com a gente por e-mail, deixe um comentário com o seu e-mail e nós entramos em contato com você.
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